5 motivos para acreditar que o Brasil será deca no Grand Prix

5 motivos para acreditar que o Brasil será deca no Grand Prix

1. O time está muito melhor que os demais

Um total de 26 pontos conquistados em 27 possíveis. Nove vitórias em nove jogos. E isso com uma tabela chatinha, com dois confrontos contra Estados Unidos, um contra a Rússia, China, Itália… Enquanto isto, as chinesas, segundas colocadas na fase classificatória, somaram “apenas” 17 pontos (cinco vitórias e quatro derrotas). Os números não mentem: neste momento, ninguém é páreo para o Brasil. Será que vai ficar assim até o Mundial?

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 2. Todas as titulares estão jogando bem

Dani Lins, Sheilla, Thaísa, Fabiana, Jaqueline, Fernanda Garay e Camila Brait. É um caso raro isto acontecer no esporte, mas nenhuma jogadora titular deste time tem sido contestada pela torcida. A equipe está bastante entrosada e, quando um brilho individual é necessário, ele acontece. Claro que alguns ajustes ainda são necessários (Sheilla não atingiu todo seu potencial, por exemplo), mas a sensação é que a equipe está no caminho certo.

3. Jaqueline voltou com tudo

Uma gravidez é sempre um momento tenso para uma atleta de alto nível. Afinal, quilos a mais aparecem e é necessário ficar parada por semanas para não colocar em risco a saúde da mãe e do bebê. No caso de Jaqueline, tal período se estendeu por quase um ano e havia muita dúvida sobre como ela reagiria nesta volta às quadras, seja pelo aspecto físico ou pelo psicológico ao ter que se separar do pequeno Arthur por conta das viagens com a seleção. Pois bem: desde o primeiro jogo do Grand Prix, a ponteira deixou claro que pode atingir de novo o incrível nível demonstrado nos jogos finais das Olimpíadas de Londres. Sim, ainda há muita lenha para ser queimada ali.

4. Camila Brait já nos fez “esquecer” Fabi

Usei o verbo “esquecer” neste tópico mais como uma provocação – é claro que, por tudo o que já fez no vôlei, Fabi sempre será lembrada. Porém, é fato também que Camila Brait tem ocupado muito bem o espaço deixado pela antiga líbero da seleção. Ao término da fase classificatória, ela aparece como a segunda melhor defensora e a quarta melhor atleta de recepção. Fazendo o fundo de quadra ao lado de Jaque, tornou a vida das atacantes adversárias muito, mas muito difícil.

5. A seleção soube sair de situações difíceis

Apesar dos excelentes números conquistados até agora na competição, nem tudo foi fácil para o Brasil neste Grand Prix. Contra a China e os Estados Unidos, por exemplo, o time viveu situações em que não esteve no domínio das ações, mas soube tirar forças para impedir a derrota. Especialmente no segundo duelo contra as americanas, esta qualidade ficou evidenciada, já que o time chegou a estar perdendo por 2 a 0.

Cabe destacar que a fase final do Grand Prix começa nesta quarta (20), contra a Turquia. No dias seguintes até o domingo (24), as bicampeãs olímpicas encaram China, Bélgica, Rússia e Japão. Exceto o último duelo, que será às 07h05, todos os demais têm previsão de início para 3 horas da manhã (horário de Brasília).

E você, concorda coma lista acima? Está otimista quanto a um possível décimo título do Brasil na história do Grand Prix?