Balanço de forças – Superliga masculina 13/14

Balanço de forças – Superliga masculina 13/14
Lucarelli e Wallace: candidatos ao posto de melhor atacante da Superliga (Fotos: Divulgação/CBV)

Lucarelli e Wallace: candidatos ao posto de melhor atacante da Superliga (Fotos: Divulgação/CBV)

A Superliga masculina começou com um jogo isolado no sábado passado (7), mas, se até o campeão RJX apresentou seu elenco depois, por que o Saída de Rede também não pode fazer o balanço de forças com um pouco de atraso? Abaixo, uma rápida análise sobre a edição 2013/2014 de uma das maiores competições de clubes do mundo:

Favoritos

Sada Cruzeiro e Sesi – Finalistas nas últimas três temporadas, os mineiros seguem a mesma fórmula do sucesso: manutenção de sua dupla estrelada (William e Wallace) e a contratação de um bom nome (Éder). Já os paulistas, dispostos a voltar a uma decisão, abriram o cofre e trouxeram dois dos melhores jogadores da atualidade: Lucão e Lucarelli. Além disso, contrataram também o jovem Renan para a posição de oposto e mantiveram Sidão, Murilo e Serginho. Se as contusões não atrapalharem de novo, vai ser um time dificílimo de bater, ainda mais sob o comando de Marcos Pacheco, que mostrou muita competência com a Cimed.

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Desafiante

RJX – O atual campeão ficou seriamente ameaçado de fechar as portas, mas conseguiu se manter e tem um grupo bom na luta pelo bi, apesar da enorme perda de Lucão para o Sesi. Destaque para as chegadas do oposto Leandro Vissotto e do ponteiro Vinícius, que depois de mostrar seu trabalho no modesto Volta Redonda tem a chance de estourar de vez.

Correndo por fora

Brasil Kirin/Campinas, Vivo/Minas, Kappesberg Canoas e Moda Maringá – Em comum, o fato de contarem com um veterano de carreira brilhante em quadra (André Heller nos paulistas, Marcelinho nos mineiros, Gustavo para os gaúchos e Ricardinho entre os paranaenses). Os quatro serão os termômetros de seus times na competição e, apesar destas equipes não contarem com muitos jogadores conhecidos do grande público, apostam na fórmula de “um elenco equilibrado vale mais que uma equipe recheada de estrelas”. Não se surpreenda se qualquer um (ou mais de um) deles aparecer no pódio ao término da Superliga

Fique de olho

Funvic/Taubaté – Trata-se do antigo time de Pindamonhangaba, que foi coadjuvante no último campeonato e agora mudou de cidade, aumentando seu investimento. Com mais dinheiro, surpreendeu ao contratar o craque Giba, mas temos que lembrar que há duas temporadas ele não vem atuando bem por conta de lesões. Para não concentrar tudo no antigo craque da seleção brasileira, apostou ainda em bons nomes, como o cubano Jurquin, o oposto Leandrão e o central Tiago Barth. Meu palpite é que chega até as quartas, onde termina eliminado depois de dar muito trabalho para o rival.

Coadjuvantes

Montes Claros, UFJF, Volta Redonda e São Bernardo – Sem condições ($$$) de brigar com os rivais fora de quadra, tentarão ser o trampolim para atletas em busca de um bom lugar ao sol no vôlei brasileiro. Podem comemorar muito se conseguirem passar para os playoffs.

Encerrada a minha análise, conto com a contribuição de vocês na caixa de comentários do post!

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  1. mesmo assim com os favoritismo de sada e sesi continuo torcendo para o rjx no masculino e rio de janeiro no feminino