Larson: a melhor jogadora do mundo na atualidade

Larson: a melhor jogadora do mundo na atualidade

Excelente recepção e ótimos ataques. Pergunte a qualquer técnico de vôlei qual o perfil de jogador que ele deseja em seu time e a resposta que você vai obter provavelmente passará por isso. E, hoje, quem melhor representa esse ideal atende pelo nome de Jordan Larson.

Aos 28 anos, a atleta nascida no Nebraska, Estados Unidos, não provoca como uma cubana e não tem o alcance absurdo de uma Gamova. Mas, discreta, sempre na dela e com um sorriso no rosto, a americana encerrou no último ano uma temporada perfeita, com direito a título mundial de seleções e de clubes, pelo Eczacibasi Vitra (Turquia).

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“Foi um final perfeito para outro excelente ano além-mar. Me sinto muito abençoada por conhecer tantas pessoas incríveis”, comentou a atleta em suas redes sociais, antes de partir para merecidas férias em sua terra-natal – em breve, ela poderá ser vista novamente vestindo a camisa da seleção americana, já que é peça confirmada no time que buscará a classificação antecipada para a Olimpíada do Rio na Copa do Mundo.

Jogando pela seleção americana de 2009, Larson possui um item fundamental e raro de encontrar no vôlei feminino: regularidade. Em geral, entrega passes “A” para a levantadoras e ainda é uma alternativa confiável no ataque. Trata-se de uma consequência do começo de sua carreira, onde jogou como levantadora e central, o que a fez ter uma noção melhor do jogo.

Com uma carreira consistente no voleibol universitário, Larson ainda arrumou tempo para se graduar em comunicações e fazer especialização em psicologia, um conhecimento que certamente a ajuda em quadra. De grandes conquistas, falta somente o título olímpico para ela. Alguém duvida que isso possa acontecer no Rio 2016? Eu não!

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  1. Não sabia de toda essa “polivalência” na formação da Larson, como atleta. Acho que você abordou o ponto fundamental: é uma jogadora de muita regularidade (o que não quer dizer uma jogadora regular). Ela erra pouco. E isso é fundamental num esporte como o voleibol. As ponteiras-passadoras são cada vez mais raras nas equipes mundo afora. Não sei dizer se é a melhor do mundo (não acompanho com tanta atenção e assiduidade torneios internacionais de clubes), mas pelo pouco que vi dessa atleta nos jogos dos EUA, diria que ela é eficientíssima. Um abraço.