Para Brait, Vôlei Nestlé tem que diminuir erros para chegar mais longe

Para Brait, Vôlei Nestlé tem que diminuir erros para chegar mais longe

A vitória por 3 sets a 0 sobre o Sesi na última terça-feira (16) foi contundente, mas um fato certamente chamou a atenção dos torcedores mais atentos do Vôlei Nestlé: ao todo, foram 21 pontos cedidos em erros, sete a menos do que foi fornecido pelo adversário, que saiu derrotado de quadra.

Líbero do time, Camila Brait admite que esse é um aspecto que vem preocupando as atletas do Vôlei Nestlé: “Temos que errar menos, pois agora estão chegando os playoffs, fica cada vez mais difícil e a gente sabe que quem erra menos, leva. Então, precisamos melhorar isso bastante”.

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Camila lembrou até a derrota na rodada anterior para ressaltar que a equipe de Osasco está desperdiçando oportunidades em excesso. “No jogo contra o Minas, por exemplo, a gente perdeu muitos contra-ataques, bolas que voltavam de graça. Isso tem feito muito falta. Tem também a concentração: entramos no jogo muito concentradas, abrimos cinco ou seis pontos e aí deixamos elas encostarem”, analisou.

Já para a levantadora Dani Lins, as estatísticas de erros do Vôlei Nestlé estão infladas por conta do saque: só contra o Sesi, por exemplo, o time desperdiçou 12 de seus 74 serviços. Ainda assim, ela não se preocupa. “É assim mesmo, é do jogo. Quando, por exemplo, a Thaísa acerta (a sequência de saques), a gente pode abrir dez pontos”, brincou.

(Foto: João Pires/Fotojump)