Rexona, Sesi ou Molico: quem teve mais jogos na TV na fase classificatória da Superliga?

Rexona, Sesi ou Molico: quem teve mais jogos na TV na fase classificatória da Superliga?

Na semana passada, fizemos um levantamento das transmissões de TV dos jogos da Superliga masculina, que constatou uma maior exposição dada ao Brasil Kirin e ao Sada Cruzeiro na fase classificatória da temporada 2014/2015. Agora, é a vez das mulheres.

Como já era esperado, o “trio de ferro” formado pelo Rexona, Molico e Sesi dominou as aparições, com pequena vantagem para o time carioca, atual campeão. Surpreendente foi a aparição do Dentil/Praia Clube na lista, com o mesmo número de jogos na TV que os paulistas mais badalados. Confira só a relação:

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Rexona-Ades: 12 (sete no turno (rodadas 4, 5, 8, 10, 11, 12 e 13) e cinco no returno (rodadas 4, 8, 10, 12 e 13)
Dentil/Praia Clube: 10 (seis no turno (rodadas 2, 5, 7, 9, 10 e 11) e quatro no returno (rodadas 5, 7, 9 e 10)
Molico Osasco: 10 (cinco no turno (rodadas 6, 7, 9, 11 e 12) e cinco no returno (rodadas 2, 3, 9, 11 e 12))
Sesi: 10 (seis no turno (rodadas 1, 4, 9, 10, 11 e 13) e quatro no returno (rodadas 6, 10, 11 e 13))
Brasília Vôlei: 7 (quatro no turno (rodadas 3, 5, 6 e 8) e três no returno (rodadas 1, 5 e 8))
Camponesa/Minas: 7 (cinco no turno (rodadas 2, 4, 5, 10 e 13) e dois no returno (rodadas 3 e 10))
Pinheiros: 5 (três no turno (rodadas 7, 9 e 10) e dois no returno (rodadas 7 e 10))
Rio do Sul/Equibrasil: 4 (dois no turno (rodadas 4 e 12) e dois no returno (rodadas 2 e 4))
São Cristóvão Saúde/São Caetano: 4 (quatro no turno (rodadas 3, 7, 12 e 13))
Uniara/Afav: 4 (três no turno (rodadas 8, 10 e 12) e um no returno (rodada 10))
São Bernardo: 3 (um no turno (rodada 12) e dois no returno (rodadas 1 e 6))
São José: 2 (dois no turno (rodada 1 e 13))
Maranhão/Cemar: 1 (um no turno (rodada 8))

Entre as curiosidades, citamos:

- Apesar de ter se equiparado aos adversários em partidas transmitidas, o Molico demorou para “estrear” na telinha, o que só aconteceu na sexta rodada
- Com o Minas, foi o contrário: muitos jogos no começo da disputa e poucos depois, quando o time deu uma bela engrenada na tabela. Além disso, três das partidas transmitidas do time de BH não tinham Jaqueline, estrela do voleibol brasileiro, em quadra
- Mesmo com uma campanha bastante instável, valeu o apelo de Paula Pequeno, Elisângela, Érika e cia, que deram ao Brasília uma considerável exposição
- Já o Pinheiros, que tem um bom time, mas sem nenhuma grande estrela individual, só foi prestigiado quando encarou os “campeões” de transmissão Rexona, Praia e Sesi
- É difícil fazer esporte no Brasil, mais ainda na região Nordeste. E transmitir apenas um jogo do Maranhão só contribui para a situação permanecer assim

This article has 2 comments

  1. Você cita o pouco prestígio dado ao Maranhão/Cemar nessa Superliga, mas algumas temporadas atrás aconteceu algo parecido com o Sport (e olha que o clube do Recife ainda poderia “herdar” muitos interessados provenientes do famigerado futebol). Essa concentração – publicitária, jornalística e de investimentos – em São Paulo e Rio pode acabar prejudicando, no longo prazo, o desenvolvimento do esporte (veja o caso do basquete feminino brasileiro).

  2. É interessante notar algumas coisas: o Maranhã/Cemar, apesar de ter sido a equipe menos prestigiada na televisão, ele foi o time que teve a maior média de público nos jogos (mais de 3 mil pessoas/jogo).
    O Pinheiros foi o time com mais títulos até o momento na temporada (Copa SP e Copa Banco do Brasil) e também não teve uma grande exposição na Superliga.