Site da FIVB mostra desconhecimento sobre jogadoras do Grand Prix

Site da FIVB mostra desconhecimento sobre jogadoras do Grand Prix
(Foto: Reprodução/Site FIVB)

(Foto: Reprodução/Site FIVB)

Navegando pelo site da Federação Internacional de Vôlei (FIVB) me deparei com algo que revela, no mínimo, uma enorme falta de cuidado. Na parte de estatísticas, algumas das jogadoras aparecem com um ponto de interrogação na coluna onde deveriam estar as posições onde elas atuam.

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Entre as atletas de posição “desconhecida”, há gente de renome no mercado internacional, como a ponteira sérvia Mihajlovic e a ponteira argentina-italiana Carolina Costagrande. Das brasileiras, não se sabe como joga a oposto Monique, sua irmã, a ponteira, Michelle, e a central Juciely…

Sempre me incomodei com o fato de a parte que abrange o elenco dos times não especificar a posição das atletas (quando se clica no nome delas, às vezes aparece até a comida preferida, mas não isso). Agora, colocar ponto de interrogação só deixa claro o quanto a entidade que comanda o vôlei no mundo ainda esbanja amadorismo.

OBS: Isso sem contar que os clubes de algumas jogadoras estão completamente desatualizados. A central Fabiana, por exemplo, ainda consta como  atleta do Fenerbahçe, de onde saiu há mais de um ano.

This article has 4 comments

  1. É verdade. Eu frequento sites de várias modalidades, de vários campeonatos e o da FIVB tem essa falha grotesca. Um site, que eu acho, que deveria ser de exemplo para qualquer federação é o site da UEFA. Tanto nas informações pré-jogo, pós-jogo, sobre as equipes e tudo mais, para mim é o melhor. Quem acompanha Liga dos Campeões, Liga Europa, ou até mesmo o menor dos campeonatos da UEFA tem todas as informações fácil fácil.

    Mas pior que o da FIVB são os sites do Brasil. O da Superliga quebra o galho, mas o das federações, deus me livre!!!!

  2. Olá Carol,
    uma coisa que também me incomoda e a falta de interesse que a mídia e os chamados “especialistas” dedicam aos novos valores, concentrando-se apenas nas figuras já conhecidas. Neste mês, aconteceu o mundial feminino U18 na Tailândia e o time brasileiro conquistou o terceiro lugar (bronze), revelando novos valores como a oposta Lorenne, a ponteira Laiza e a meio de rede Gaby Silva. No entanto, não vi qualquer comentário na imprensa, nos sites de volei e nos blogs. Só para ter uma ideia, as peruanas, que ficaram em quarto lugar (revelando a atacante Angela Leyva), foram imensamente festejadas em seu país, recebidas inclusive pelo Presidente do Peru.
    Daí não sei se realmente há um desinteresse pelos novos jogadores ou, como afirmou a Thaisa, o brasileiro só se manifesta quando ganha o torneio.

  3. Não é o fim do mundo, mas acho falta de respeito o site oficial da competição desconhecer nomes e posições em que as jogadoras atuam. Patético mesmo. Patente Ary Desgraça.

  4. Oi, Rafael. Você tem toda a razão e essa é uma crítica que deve ser aplicada inclusive a mim. É um pouco cultural do brasileiro mesmo, mas vou tentar fazer algo nos próximos dias. Abs!

    Luiz, você tem toda razão. Quando entro no site da Federação Paulista, em teoria a mais poderosa do Brasil, tenho a impressão que voltei aos anos 90. Certamente, o problema dos sites oficiais de vôlei não é falta de dinheiro… Abs!